Em entrevista ao Informe 73, o ex-prefeito de Gandu e pré-candidato a deputado estadual, Léo de Neco, falou sobre a situação atual do cacau. Ele conta que o produto é importante para a Bahia, mas também para Rondônia, Pará e Espírito Santo.
Ele conta que o governador Jerônimo Rodrigues está sensível à pauta e que irá ajudar, definindo o que pode ser feito pelo estado e o que deve ser feito pelo Governo Federal.
Segundo Léo, para impedir a importação de cacau no Brasil, é preciso ter um documento, com dados estatísticos, mostrando a previsão de safra, dizendo que não será necessária a importação de cacau, e é o que não tem. Mas, segundo Léo, já se começou a buscar esses dados de previsão de safra para mostrar que o país é autossuficiente na produção, na Bahia, tendo sido iniciada pelo Governo do Estado.
Sobre a normativa que facilita a importação de cacau para o Brasil, Léo conta que ela foi feita dentro do Ministério da Agricultura, durante o governo anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro. E que o motivo de o cacau subir para acima dos R$ 1000 foi as pragas que aconteceram na África, que dizimaram as lavouras.
Esse cacau importado, segundo Léo, pode deixar o país sujeito a ter essa praga. Assim, uma equipe foi enviada para a África, para saber se o cacau enviado é seguro. Mas que é necessário se mostrar que não é necessário receber o produto.




