Gilvanete Souza Santos, moradora de Camamu, aguarda há sete meses por regulação para realizar uma nova cirurgia na coluna. Ela já havia passado por um procedimento complexo em São Paulo, onde foi submetida a uma artrodese toracolombar (D10 a L2), com a implantação de hastes e parafusos para estabilização da coluna.
No entanto, poucos meses após a cirurgia, começaram a surgir complicações. A estrutura implantada perdeu estabilidade, houve agravamento do quadro clínico e novas alterações passaram a comprometer ainda mais sua saúde.
Atualmente, Gilvanete convive com dores intensas e constantes. A instabilidade na região D12-L1, o deslizamento de vértebra (retrolistese), compressão na região dural e alterações degenerativas provocam limitações severas. Ela não consegue caminhar normalmente e depende de cadeira de rodas devido às fortes dores e à restrição de movimentos. Atividades simples do cotidiano tornaram-se grandes desafios.
Há indicação médica para uma nova artrodese lombar, com ampliação da estabilização da coluna, a fim de corrigir a instabilidade, aliviar a compressão e evitar o agravamento do quadro.
A primeira cirurgia teve custo de R$ 70 mil, valor arrecadado por meio de uma campanha solidária. Agora, à espera de um novo procedimento pelo sistema de regulação, Gilvanete aguarda resposta para o caso, registrado sob o número 4482494.



