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Choro, isolamento e agressividade, podem ser sinais de que uma criança está sofrendo violência na escola, afirma psicóloga

No último dia 17 (quarta-feira), uma denúncia que uma mãe fez a uma professora de que estaria agredindo o garoto na escola veio à tona. Para saber sobre o que violência a uma criança na escola pode provocar na vida dela, conversamos com a psicóloga Naiara Ferreira Pimenta, especialista em Psicologia Infantil.

Naiara conta que “a criança para se desenvolver de forma saudável precisa estar inserida em um ambiente tranquilo e sem conflitos, a violência física e psicológica causa uma crença de incapacidade e falta de motivação, impactando no seu desenvolvimento, podendo desencadear traumas, medos, problemas de aprendizagem e emocionais como ansiedade, depressão e doenças devido à somatização de situações desagradáveis vividas”.

Segundo Naiara “a nossa vida é reflexo de tudo que vivemos na infância, de 0 a 8 anos ocorre o processo de formação da personalidade e o mais importante nesse período é oferecer para a criança amor e afeto, se a criança principalmente nesse período vivenciar situações de agressões, conflitos e violência ela vai levar isso para fase adulta como parte de sua personalidade, além de levar também a crença de incapacidade e outras crenças que limitam e desmotiva de buscar seus objetivos”.

Para saber se uma criança está sofrendo violência, Naiara diz ser necessário observar seu comportamento, com sinais como choro fácil, gritos, isolamento e agressividade. É importante transmitir confiança e usar uma linguagem clara para estabelecer uma boa comunicação, podendo assim entender o que está por trás desse comportamento.

Caso ocorra violência a uma criança, é necessário procurar um psicólogo, que fornecerá as orientações necessárias. Com acompanhamento, ela entenderá suas emoções, ensinará a lidar com situações diversas e preparar para as adversidades, enquanto orienta aos pais como ajudar seu filho, contribuindo, também, para o bem-estar emocional desses pais.

Naiara conclui dizendo que “é preciso falar mais sobre saúde mental, precisamos promover conhecimento para as pessoas entenderem a importância da psicoterapia, uma pessoa que faz agressão física e psicológica com uma criança com certeza está cheia de cargas emocionais”.

 

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