A virada de 2025 para 2026 foi marcada pelo aumento e pela criação de taxas de entrada em alguns destinos turísticos da Bahia. A medida, adotada por prefeituras, tem como objetivo ampliar a arrecadação e ajudar na manutenção de serviços e infraestrutura voltados ao turismo.
Na região, a Prefeitura de Cairu reajustou a taxa de acesso ao Morro de São Paulo, que passou a custar R$ 75. Já em Valença, começou a ser cobrada uma taxa de R$ 10 para turistas que chegam ao município por meio de embarcações. Na Chapada Diamantina, a Prefeitura de Palmeiras anunciou que irá iniciar a cobrança de taxa para acesso ao distrito de Caeté-Açu, onde está localizado o Vale do Capão, a partir do dia 30 de fevereiro.
Segundo as administrações municipais, os valores arrecadados devem ser utilizados para custear limpeza urbana, preservação ambiental, ordenamento turístico e melhorias na estrutura dos locais visitados, especialmente em períodos de alta movimentação, como o verão e feriados prolongados.
Por outro lado, a adoção dessas taxas tem gerado críticas. Moradores e visitantes apontam que os valores podem dificultar o acesso de pessoas com menor poder aquisitivo e reduzir o turismo regional, principalmente de moradores de cidades vizinhas que costumam frequentar esses destinos com mais regularidade. O tema segue sendo debatido, enquanto os municípios buscam equilibrar a arrecadação com o acesso democrático aos pontos turísticos.





