A partir desta quarta-feira (1), os medicamentos poderão sofrer reajuste entre 1,13% e 3,81% em todo o país. A alta anual é definida pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), responsável por estabelecer o teto de aumento dos preços no setor farmacêutico.
De acordo com a Cmed, o reajuste médio previsto é de 1,95%, índice abaixo da inflação acumulada nos últimos 12 meses, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 3,81% no período.
O reajuste ainda depende de aval do governo federal e, mesmo após autorização, o aumento não ocorre de forma automática ou imediata. As farmácias e fabricantes podem aplicar os novos valores de maneira gradual, respeitando o teto estabelecido.
Segundo estimativas do mercado e de entidades do setor, os medicamentos com maior concorrência poderão ter reajuste próximo ao limite máximo de 3,81%.






